segunda-feira, 20 de junho de 2011

À última paixão.

Arcabouço dos devaneios. Dela!
Coração bobo querendo pouco mais
Ingrato das idéias, fosco pela pulsação
Constante, como sempre oscilante
Entre o bater e o bater.

A noite e seu som francês bem embala
As dores de matar o sagrado veludo
Coração polpudo que a paixão o faz.
Ah devaneios, devaneios
Diz a mim, e bem diz
Que ingrata maltrataria?
Se paixão é fogo
E o seu pulsar é sagrado!

Por Glauber Albuquerque

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